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Esses dias estava pensando… “Nossa, como está difícil achar um lugar calmo e vazio hoje em dia.”

Sério, por onde quer que eu passe, SEMPRE tem gente. E MUITA gente. Não importa onde.255933125_5ba278f1c9

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Logo eu que não gosto muito de ir pro interior e tal, sinto falta daqueles lugares calmos, vazios…. Onde você pode sentar e olhar pro nada. Tranqüilo, sem ninguém te encher o saco, sem ninguém ficar olhando.

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Parar. Pensar. Ouvir uma música.Alone_by_Eredel

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Ou um lugar pra poder ficar com aquela pessoa que você gosta tanto. Tranqüilo, sozinhos. Poder abraçar, olhar nos olhos, e dizer “eu te amo”. Deixando essa frase ficar e tomar conta do momento, só ela, sem mais nada pra atrapalhar.

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Eu até gosto desse movimento, desse monte de gente. Esse ritmo de cidade grande. Mas… às vezes faz falta, às vezes é bom sair dessa agitação toda.

Às vezes você quer um lugar calmo e tranqüilo, mas não acha! É incrível.

Tentativas.

Tentar é bom, mesmo que não dê certo.
Afinal, é errando que se aprende, concordam?

Nunca sabemos no que pode dar, mas, temos que tentar!
Assim saberemos o que gostamos e o que não gostamos.

É assim que boa parte das coisas funcionam: na tentativa e erro.
Uma afirmação simplista e generalizada, porém, real.

Um exemplo banal e simples:
Você vê uma fruta que você nunca experimentou. Tente.
Gostou? Ótimo! Compre mais quando tiver chance.
Não gostou? Pelo menos agora você sabe, não coma novamente.

Agora… Não estou falando “Tente tudo!”, isso seria loucura.
Sempre aparecerá algo que vai contra o seu modo de pensar, contra o que você é, que você sabe que não vai sair nada de bom, etc.
Nesse caso, obviamente, deixe para trás, nem tente.

Alguém lhe ofereceu um cigarro. O que você faz?
OBVIAMENTE nem tente. Isso faz mal, tio!

Tenha bom senso. Tente coisas que você acha que seriam bom para você e que não vão contra o que você é. Faça as escolhas certas.

A educação do povo brasileiro está indo de mau a pior!
Não a educação de aprendizagem, mas, a educação de ser educado e respeitoso.

Obviamente, não é todo mundo. E não estou querendo generalizar, mas, a educação de uma grande massa desse país que muitos têm um orgulho enorme já foi pro saco.

Podemos levar muitos fatores em consideração, mas, assim como o post da imagem, irei focar somente em alguns exemplos.

Bom, como estou no PC da faculdade, vai ser difícil eu colocar a foto aqui, mas, chegando em casa dou um pequeno edit.
Mas, a foto que pretendo colocar é a foto que um amigo meu tirou, no Brás, na linha que pego para vir à faculdade. Ele tirou a foto por volta das 18h.
Entre 18h e 19h é o PIOR horário para pegar o trem da linha Safira.

É LOTADO! E, não importa se tem muita gente, se tem pouca gente esperando, o povo não tem a mínima educação.
(Alguns dias não é preciso nem segurar, você não cai nem se quiser. -lotadaço-, enquanto em outros, fica um pouco mais tranqüilo. Ainda não dá pra sentar, mas, não fica apertadão -nem tão lotado-)

Pra começar… imaginem.
O trem está chegando. Qual você acha que é a reação do povo que já está dentro do vagão? Normalmente seria levantar e tal, pra poder sair. Mas não, nessa linha, as pessoas continuam sentadas para não se machucar!
Porque, ao abrir as portas, a massa de pessoas que está fora se acumula na porta empurrando e entra correndo, empurrando, e, é uma loucura!

Há até certas táticas já conhecidas por muitos.
1. Entrar com o cotovelo para frente.
2. Colocar a bolsa na frente do corpo pra evitar colisões dolorosas.
3. Entre, espere na porta, saia no Tatuapé, volte sentado e não levante.
4. Espera abrirem o vagão de embarque preferencial para o resto.
5. …bom, acho que deu pra entender. Nem vou enumerar mais.

Mas, é a diversão do povo de lá. Eles entram rindo, correndo, empurrando, gritando, machucando os outros e talz, depois sentam e começam a rir de quem ainda está em pé. E, detalhe: sentam onde estiver vazio, não importa se é preferencial ou não, eles sentam e nem ligam.

Nunca vi tanta gente mal educada junto! E eu agüento isso todo santo dia…
Minha dica pra quem for pegar essa linha é: vá mais cedo. Até as 14h é mais tranqüilo.

Agora, bom, outro exemplo!
Bom, vocês sabem que o brasileiro é muito conhecido fora, pelo samba, futebol, e toda aquela “malemolencia” brasileira. (isso soou péssimo! …e foi por isso mesmo que eu coloquei. ahuhau)

Mas, outro motivo do qual somos tão conhecidos não é muito agradável.
Brasileiro é praga! Tem em todo lugar, e, pode acreditar que não do melhor modo.
Quantos sites você já não viu em que IPs brasileiros são bloqueados?
Quantas vezes você já não ouviu a frase “Se você tá viajando pra fora e vê alguém roubando algo, ou correndo com uma bolsa por aí… é brasileiro!”?

Claro que, isso é novamente, outro esteriótipo.
Mas, como já havia dito… o que causam esteriótipos? Uma grande maioria agindo de uma mesma forma.

Na boa, isso tudo queima o filme de quem é brasileiro.
Eu, hoje em dia, vendo tudo isso, sinto vergonha de ser brasileiro, às vezes.

Muitos reclamam, falam “seu americanizado”, “devia ser mais patriota”, e blablabla. Mas, eu não consigo!
Não vendo todos óóóótimos exemplos de brasileiros e do modo de agir brasileiro. Não só em violência e má educação. Mas, mensalão, greves em universidades públicas que não acabam mais, etc…
(“Ah! Mas o que isso tem a ver com educação?”… respondo: TUDO! Educação não é só saber falar “Obrigado” e blablabla, é saber respeitar, é não ser tão egoísta, e tudo mais…)

Não somos um povo exemplar. E, estamos aos poucos virando sim um MAL EXEMPLO.
Quero também que fique claro que não estou comparando com nenhum outro lugar, obviamente não somos o único lugar assim. Então, não me venham como “Aaaah, mas, e aquele X país? É até pior!”. Não estou fazendo uma análise comparativa!

Mas, bom, continuando…não podemos deixar que isso continue assim!
Para isso, temos que quebrar o ciclo.

Eu acredito que hoje vivenciamos um ciclo vicioso.
A pessoa não se comporta bem, passa isso pro filho, e vai indo.

Temos que quebrar isso. Mas, como? Fica a dúvida.

Pessoalmente, eu acredito na educação. Mas, e você, leitor? O que acha de tudo isso? Tanto o que eu disse quanto uma solução…

Prevejo contrariações aos meus argumentos.

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Edit, adição da foto:

Foto de celular. Linha Safira, Brás-Calmon Viana em horário de pico.

Foto de celular. Linha Safira, Brás-Calmon Viana em horário de pico.

Inspiração.

Inspiração é algo complicado.

Uma hora você pode ter tanta coisa pra falar que fica com medo de falar demais, e outra hora você não tem o que falar. Agora, nesse momento, estou sem NADA pra falar, já faz uns dias.

Eu que tanto pensei em fazer um blog que não morreria estou falhando miseravelmente nessa missão.

Mas, nada tema! Pois estou certo que a inspiração virá, e aí farei um ótimo post para que todos vocês discutem e pensem. Isso é uma promessa.
Não importa o quanto demore.

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Enquanto isso, chequem o blog quando puderem e não percam a esperança!

Algum dia desses postarei algo novo… algum dia…

Escolhas.

Esse post é baseado num post de um amigo meu, Vitinho, e na resposta que dei como comentário para tal post.

Bom, como não estou com muito saco de reescrever tudo, irei somente colocar aqui o meu comentário na íntegra, e, por fim, deixar uma pergunta:

“Eu não viajaria no tempo, muito menos pra mudar nada.
Talvez eu voltasse pra ver um show, afinal, hoje em dia não tem muitas bandas que eu aprecio. Voltaria pra ver um show do Led, um show do Guns, dentre outras bandas que eu gosto e acabaram.

Mas, não voltaria com o fim de viver algo diferente ou mudar algo.
Enfim, eu acho que se eu não tivesse vivido tudo o que eu vivi hoje, sofrido o que eu sofri, conhecido quem eu conheci, eu não seria quem eu sou hoje.
E não teria a vida que tenho hoje.

Grandes exemplos… Como quando eu era pequeno e morava num condomínio que, bom, não era aquele bom exemplo.
Era perto de um lugar meio tenso, então, sempre havia problemas tipo alguém pulando da janela do prédio ou alguém que morreu porque bateu o carro ou porque não pagou uma dívida.
Aos meus 9 anos, parei de “descer”, já que morava em prédio. Tinha meus amigos antes, mas, por uma briguinha idiota de criança, que normalmente se resolveria em poucos dias, eu parei de brincar com meus amigos de condomínio e tal.
Mas, pensando bem. Foi uma boa coisa.
Acredito que se isso não tivesse acontecido eu não seria a pessoa que eu sou hoje, não teria conhecido as pessoas que agora posso chamar tão orgulhosamente de amigos, dentre outras coisas.

Na escola, lá nos tempos de Fundamental 1, eu era amigo de uma turma totalmente diferente. Os que depois ficaram mais “pops” na escola, saca?
Hoje, a maioria deles não quer saber de nada, além de sair por aí em baladas e ficar com um monte de meninë, coisa que eu sou extremamente contra.
Fico pensando… será que eu seria daquele jeito, se não tivesse mudado de amigos ao fim do Fundamental 1?

Bom, enfim, eu não acredito em destino. Nós fazemos nossa vida.
Mas, o que nós fizemos, por mais que às vezes parece errado na hora, foram os acontecimentos que nos tornaram o que somos hoje e que fizeram possível que tivéssemos o que temos hoje.

Então, não, eu não mudaria nada.
Sou muito grato pela pessoa que eu acabei me tornando, pelos amigos que conquistei e tudo mais o que eu possa colocar como sendo parte de mim. ♥”

Agora, a pergunta:

E você, leitor? Se arrepende de algo no seu passado? Mudaria algo? Teria pego outro caminho?

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Créditos: Victor/Victin/Vitinho/Vitin
http://cupofrage.wordpress.com/

Amor.

Aaah, o amor.

Nada que eu goste mais de falar do que isso. ♥
Mas… convenhamos. Nos dias de hoje, o que é amor?

Ninguém usa “amor” na conotação correta. Admito: nem eu.

Hoje utilizamos “eu te amo” pra tudo. Tem até em produtos que vendem como água, principalmente no dia dos namorados e afins.

Falamos para amigos, só de você poder confiar mais na pessoa e poder ter as mais diversas conversas e tal (mesmo às vezes sendo uma crença que se prova falsa), vem aquela frasesinha: “eu te amo”.

Falamos para aquela pessoa que está com você e passou a ser muito importante, pode até não ser amor de verdade, mas, sempre chega aquela frase “eu te amo”.

Bom, mas afinal. O que é amor?

060306_JdanNa minha concepção, acredito que amor é um afeto carinhoso diferente. Algo que nem o tempo, e nem outros fatores externos pode quebrar!

Uma atração incondicional. A outra pessoa pode estar na pior das condições, doente, ou qualquer outra coisa, não importa, você vai ver somente a beleza dela, e, perceber que o que importa é que continua sendo aquela pessoa.

Amor não depende de nada, simplesmente se sente. Simplesmente acontece.

Enfim, o amor é algo onipotente. E algo que dura para sempre.
Ao menos, eu acredito nisso.

Mas, hoje em dia, isso tudo caiu em desuso.
Usamos “eu te amo” no sentido de “eu gosto de você pacaraaaaai!”.
(como aplicado nos exemplos acima)

Mas aí que chega o problema: e quando você souber mesmo que for amor? O que você vai dizer? Vamos inventar uma palavra nova?

Hoje falamos e escutamos isso em outro sentido, e não no seu significado real. E isso se tornou comum. Mas não devia.

O amor não deveria ser banalizado assim. Deveria ser algo muito além de tudo isso. Algo acima de qualquer coisa!

Afinal, não é “o amor que move a todos”, e sim o carinho.
Porque o amor é um só.

Sério, gente…

Alguém me explica QUAL é o sentido do funk carioca? -retórica

Fico indignado com certas contradições que vemos no cotidiano. E essa é uma delas.
A mulher lutou tanto pelos seus direitos, para ser tratada como igual, e tudo mais.

E conseguiu! Acho isso uma ótima coisa, parabenizo e apoio completamente! Machismo deveria ser lidado como preconceito também, e acredito que até num nível equiparado com racismo.

Mas, agora que conseguiram todos esses direitos, o que vemos?
Uma degradação machista vinda da mesma massa que tanto lutou para ter direitos. Você vê meninas por aí dançando praticamente semi-nuas, cantando letras cada vez mais embaraçosas, sem nem se importar. Chamando-as de “cachorras”, de “piriguetes”, de “cocótas”, dentre outros nomes, cada vez piores.

Se você gosta de funk, você pode até dizer que gosta do ritmo e tal. Mas, qual o problema em ter letras decentes? De ter letras que não depreciam ninguém e que não acabe com a imagem de muita gente?

Isso tudo criou um esteriótipo!

Ao ver uma menina por aí com uma roupa que você considera que uma “funkeira” usaria, qual a primeira impressão?
“Ela é ‘piriguete’, dá pra todo mundo!”

Isso extremamente comum agora.

O funk acabou com a imagem de quem gosta desse som. E arrumar isso, NÃO É NADA FÁCIL.

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Esse é um dos motivos pelo qual eu odeio e desprezo tanto o funk carioca.
É degradante.

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Leiam este gráfico.
Entenderam?
Concordaram?
Para os que não entenderam, vai ficar claro enquanto desenvolvo a idéia.

Mas, continuando… Eu concordo, e concordo MUITO!

Isso é muito comum.
Já perceberam que quando você vê algo novo e interessante você quer algo, mas quando você vê alguém com ele você acaba querendo mais ainda? Você percebe que dá para conseguir, que é algo de possível alcance, e fica com uma vontade enorme de ter!

Aí você guarda um pouco de dinheiro, e vai na loja comprar o que queria, super feliz!
Você compra, volta pra casa, feliz da vida, usa o dia inteiro, e depois de alguns dias… Ele perde a graça, você enjoa e não parece mais tão interessante como era antes.

Pode conferir! Isso acontece com ao menos 70% das coisas que se compra, eu diria.

O desejo cai MUITO depois que você experimenta.

Nós sempre queremos algo novo, e depois que esse novo fica antigo, perde a graça ou aparece algo melhor e mais interessante.

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Mas o mais interessante vem depois. Depois que você perde, ou quebra e não tem mais conserto.
Discordo que seja um mês depois, como diz no gráfico, acho que mais tempo.
Mas, foi colocado um mês pra dar um ar cômico no gráfico, então, não leve a sério a escala de tempo.

Bom, aí sim você vai ver o que é vontade. Vai querer mais do que nunca.

Vai dar uma saudade enorme e você não vai descansar até relembrar todos aqueles momentos que você teve.

Um exemplo. Deixa eu pensar…

Ah! Meu Super Nintendo!
Nossa, no começo eu jogava muito! Terminei de vários modos diferentes o Super Mario World, joguei Donkey Kong MUITAS e MUITAS vezes mas nunca consegui terminar (eu era pequeno, dá pra perdoar, pô), adorava passar meu tempo jogando Super Nintendo!
Aí ele perdeu a graça. Não tinha mais o que jogar, não gostava mais tanto dele.

E, agora… que eu já não tenho mais minhas fitas (meu Super Nintendo até está aqui, super acabado, isso sim. Mas funcionando!)… nossa, que vontade!
Vem aquela vontade enorme, maior do que quando você queria comprar.
Aquela vontade de reviver aqueles momentos que ficaram para trás.

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(está parte toda em itálico é somente uma observação.)

Resolvi usar este exemplo justamente para não ficar sempre num clima muito sério neste blog e também pra continuar encaixando com o fato do gráfico. Poderia usar algo sentimental, por exemplo. Saudades de pessoas, saudades do passado…

Claro que provavelmente aí não se encaixaria no “Antes de comprar eu queria, e ao ver alguém com isso eu comecei a querer mais ainda!”, mas entra no resultado final deste post: a saudade.

…Talvez eu tenha me contradito um pouco, quanto ao blog.
Mas nem ligo! O blog é meu e eu faço como eu quiser. Há!
E agora eu digo que não será sempre um clima de discussão e seriedade, às vezes posto alguma coisa sem noção (ainda não visto) ou um pouco mais descontraída, não tão séria.

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Agora, deixo uma pergunta no ar. Respondam por comentário!

Você, leitor, do que você sente saudade? Algo da sua infância, algo de uns meses atrás, qualquer coisa vale! Mas tem que ser algo material pra encaixar com o gráfico.

A imagem.

A imagem é algo surpreendentemente importante no mundo atual.

Tudo o que importa agora é se você está na moda, se está bonito e tem dinheiro!
Vivemos num mundo fútil, extremamente superficial.

Agora, quem é o culpado disso tudo?
Hm, não culparia uma pessoa só, iria até além e diria que é normal da nossa natureza.
É FATO de que o ser humano não é perfeito e está longe de ser. Temos vários, vários defeitos. E, dentre eles, está um que pode-se até apontar como sendo um dos grandes responsáveis da situação atual do mundo: a ganância.

Sempre queremos mais, e mais. E, neste mundo, ser mais significa TER MAIS DO QUE OS OUTROS. Somos muito egocentristas e materialistas. Sempre pensamos somente em nós e no que temos.

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Mas, sério, se eu fosse começar a discutir sobre “a imagem”, seria um post ENORME! (eu sei, eu até comecei a fazer ele, mas desisti.)

Então, foquemos em algo:
O QUANTO a imagem, hoje em dia, é muito mais importante do que necessidades básicas para a sobrevivência humana, em algumas situações.

Por exemplo, quantas vezescelulardepobreco0 você já não viu alguém bem bem pobre, pode ser alguém que somente aparenta ser pobre que você viu no trem, ou até mesmo um sem teto com uma família enorme que precisa ser sustentada… QUANTAS VEZES você não viu um desses falando no celular ou até brincando com ele, e, às vezes, até com um celular mais novo e moderno que o seu?

Comigo isso acontece inúmeras vezes. Meu celular não é lá grande coisa, não vejo necessidade de ficar trocando, mas, isso é irritante!

Ver as pessoas dando maior importância pra algo assim do que para a própria sobrevivência e ainda pedindo ajuda pra gente?

PRA QUÊ?! Pra trocar de celular? Quer outro celular super hiper ultra mothafocka moderno ao invés de comprar comida ou até mesmo um lápis, um caderno, pra estudar e tentar sair dessa vida miserável!?

Vocês podem até pensar, assim como eu no começo, “é roubado! certeza!”, mas, ao perceber a freqüência que vejo isso, é muito improvável que todos sejam roubados. E em sua grande maioria, podem até ser roubados, mas não foram dados para eles ou não foram eles que roubaram. Então tiveram que pagar pelo celular, para quem roubou.

É inquietante ver a situação do mundo e perceber que uma gigantesca maioria não percebe ou simplesmente não liga, não se importa.
As única coisas que importam agora neste mundo fútil são: APARÊNCIA, PODER e DINHEIRO.

É assim que a mídia quer, e é o que ela está conseguindo.
E o pior: alcançando a todos, dos mais favorecidos aos menos favorecidos.

Sim. Eu, Iuri, criei um blog.

Ó, meu deus! O que isso pode significar?
O mundo está acabando? Led Zeppelin está voltando à ativa? A Hebe morreu?

Nada disso.
Tudo começou uns dias atrás.

Não estava com a tarde muito ocupada. Decidi tirar umas fotos, já que minha foto orkuteana estava muito antiga. (Eu ainda tinha cabelo decente na época! Antes mesmo de raspar.)
Tirei umas fotos, e então selecionei uma enorme quantia, diria até gigantesca, de duas fotos para colocar no Orkut. E assim foi feito.

Pouco tempo depois, uma das fotos começou a gerar muitos e muitos comentários.

E, qual era a unanimidade nos comentários?
“Que foto emo!”

Bom, respondo novamente: eu não acho.

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Mas, não foi só isso.

Após o incidente da foto emo, meu perfil começou a chamar uma certa atenção que nunca havia chamado. Talvez pela foto, começaram a ler o meu perfil meio que sem querer, já que estava bem na cara.

Enfim… muitas pessoas começaram a comentar, e elogiar meu perfil. (Aliás, obrigado a todos que apreciaram.) E, dentre as pessoas que comentaram sobre o meu perfil, estava ELE, o grande responsável por esta proesa que você pode chamar de “blog do iudi”: Alien, ou melhor, Marvin, meu grande amigo grajaúzênçe.

Foi então, num pequeno diálogo, que descubro que ele possui um blog.
Quase que imediatamente, peço pelo link e visito.
O que, finalmente chegando ao fim da história, me abriu certo interesse nisso tudo, e então, hoje, resolvi criar este blog.

E assim, com essa garrafa de champagne imaginária, inauguro meu blog, nomeando-o “Reflexões de Iuri, com I.”!

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Mas, antes de terminar, gostaria de esclarescer algo:
Este blog não será um daqueles blogs clássicos de quando blogs eram moda.

Não será “Meus queridos miguxos blogueiros, hoje eu fui no shopping e comprei uma meia colorida iraaaaaada!”, e sim será um blog de reflexões. Quem me conhece bem, sabe que eu sou muito pensativo, então, que maneira melhor de pensar e expôr o que eu quiser do que escrevendo? Quando surgir algum assunto em mente que eu queira compartilhar ou simplesmente fazer uma maior abordagem do meu ponto de vista, postarei neste blog.

Não garanto postagens freqüentes, mas, sempre que possível, postarei alguma coisinha, nem que seja somente um teaser. :)

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E, algo muito importante, que deixo principalmente para os que tiveram paciência de ler até o fim:

COMENTEM!

Comentem; afinal, é sempre bom saber de pontos de vista diferentes e refletir ainda mais sobre o assunto em questão.

E, nada melhor do que saber que seu blog está sendo visitado e freqüentado por pessoas interessadas e dispostas a também compartilhar seus pensamentos e idéias.

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E agora, finalmente, termino este post. E inauguro oficialmente meu blog.
Até o próximo post, amicos!

“Cruj, cruj, cruj, tchau!”

Abraços,
Iucaju, novo apresentador do Disney Cruj.